Charlie Chaplin: uma vida resiliente

Chapéu-coco, bigode, colete apertado, calças largas, sapatos grandes e bengala. Um andar desajeitado e uma ternura no olhar. Em qualquer lugar do planeta, hoje, descrever essas características e não se lembrar de Charles Chaplin é quase impossível, mesmo não tendo assistido a nenhum de seus filmes. O personagem chamado de vagabundo, ou The Tramp, em inglês, é emblemático, tornando Charles Chaplin conhecido em todo o mundo. Foi um fenômeno nos primeiros tempos do cinema e revolucionou a forma de se conceber essa arte. Entretanto, antes de chegar aos pícaros da glória, antes dos seus 30 anos de idade, Charles Spencer Chaplin passou por uma difícil e triste infância e adolescência. O filme da sua vida passou longe de ser uma comédia e não fez o pequeno Charlie sorrir, assim como o fazem aqueles que assistem aos seus mais de oitenta filmes em película. (Figura 1)

Figura 1. O Vagabundo Fonte: Blog Chaplin

Figura 1. O Vagabundo
Fonte: Blog Chaplin

INFÂNCIA E JUVENTUDE

No dia 16 de abril de 1889, na periferia da Londres vitoriana, nascia o filho do senhor Charles Chaplin e Hannah Harriet Hill, sendo batizado de Charles Spencer Chaplin Jr. Seus pais eram artistas de considerável renome, nos palcos de casas de espetáculos, conhecidas como Valdeville ou Teatro de Variedades. Lá, havia diversas formas de arte, sobretudo a música e interpretação teatral.

Quando ainda era criança, testemunhou a separação dos pais. O senhor Charles Chaplin (pai) tinha muitos problemas com a bebida. Segundo David Robinson (2011), biógrafo de Charles Chaplin, o pai deste foi vítima de uma cultura estabelecida no teatro de variedades, que é a do alcoolismo: “Quando não estavam no
palco, esperava-se que os artistas se misturassem ao público nos bares, encorajando o convívio alegre e o consumo…” (ROBINSON, 2011, p.17).

O Senhor Chaplin deixou a ex-esposa sozinha, com os dois filhos: Sydney (que era fruto de uma relação de Hannah com outro homem, antes de casar-se com ele) e o pequeno Charles Chaplin Jr.

Tendo pais artistas, não foi difícil para Charlie ser influenciado pelo gosto artístico, sobretudo por ter acompanhado a mãe diversas vezes, nos ensaios de espetáculos que esta realizava. Hannah, que tinha o nome artístico de Lily Harley, era uma mãe devotada, apaixonada e protetora. Era calma e tinha uma voz doce. Chaplin certa vez comentou que ela adorava a companhia dos filhos e apreciava os momentos do café da manhã, regrados a muitas risadas e brincadeiras. Ele lembrava-se de um episódio marcante, quando estivera doente, e de cama, e sua mãe se pusera próxima à janela do pequeno sobrado onde moravam, começando a imitar as pessoas que passavam, com um talento que encantava o pequeno Charlie. Em seguida, descrevia perfeitamente o cenário que se apresentava do lado de fora da casa, para que o filho, incapacitado de sair à rua para brincar, se sentisse melhor.

Com a separação traumática e tendo o terceiro filho (de outra relação) sido levado embora de sua vida, pelo pai biológico deste, a saúde de Hannah começou a apresentar uma ascendente fragilidade. Sem trabalho, começou a viver situações difíceis com seus dois filhos. Quando finalmente conseguiu um contrato para um espetáculo, ela não suportou a pressão e não conseguiu cantar para um público, pouco interessado em seus dotes de cantora. Desolada, “Lily” sai do palco aos prantos e seria essa uma noite desastrosa, se o pequeno Charlie (que sabia a letra da música de cor, pois havia acompanhado a mãe em todos os ensaios) não tivesse ocupado o palco naquele momento e se pusesse a cantar, para deleite do público, que aplaudia e jogava moedas em sua direção.
Segundo Chaplin descrevera em sua autobiografia, essa noite foi marcada como sua estreia artística, na medida em que também marcou o fim da carreira de Lily Harley nos palcos. Isso abalaria profundamente a saúde física e mental da mãe de Charles Chaplin. Tendo vivido os abalos da perda do marido, do
filho e do emprego, provavelmente Hannah deva ter sentido um vazio existencial, por não achar um motivo para que viver. Ver a mãe mergulhar numa depressão profunda, certamente deixou marcas na estrutura psicológica de Charles Chaplin, vivenciadas ao longo da sua vida, pois havia uma profunda
admiração e aproximação por ela: “Parece-me que minha mãe foi a mulher mais esplêndida que conheci… Conheci muitas pessoas andando pelo mundo, mas nunca uma mulher mais refinada que minha mãe. Se alcancei alguma coisa na vida, devo isso a ela.” (Chaplin, 1964).

Na medida em que as visitas ao hospital ficavam mais frequentes para Hannah, sendo a principal queixa as fortes dores de cabeça, Sydney e Chaplin são separados e passam a viver em abrigos londrinos, para crianças carentes.

Amparados pela “Lei dos Pobres”, os dois irmãos que ora estavam juntos, ora separados, experimentaram a dura realidade de conviver com milhares de outras crianças, também sem pais, sob o rígido sistema que vigorava nas instituições de caridade. Sem amor, sem carinho e com pouca atenção, eles poderiam
facilmente perder as esperanças de um dia voltarem a ter um lar. O processo de ida e vinda ao hospital se repetiu durante algum tempo e a vida dos jovens se intercalava entre ter uma mãe e um lar e voltar para a instituição de crianças carentes.

Com os filhos em processo de adolescência, e suas crises piorando, Hannah finalmente foi internada, definitivamente, em um hospital, com diagnóstico de loucura. A essa altura, Sydney encontrava-se trabalhando em um navio, e Charlie, para não voltar ao asilo de menores, mentiu para as autoridades, dizendo
que se encontrava com uma tia. Assim, Charlie Chaplin passou a viver sozinho, tentando encontrar trabalho nas ruas e vivendo situações desesperadoras de fome e frio. Ainda assim, os irmãos procuravam superar essa situação de alguma forma e a união de ambos foi essencial para que sobrevivessem. Destacamos, nesse sentido, a relação de amizade e amor entre os dois irmãos, Sydney e Charles, pois se consideramos que havia em Chaplin essa capacidade de resiliência, por outro lado há um fator, chamado nas ciências sociais de fator protetor, entre o sujeito resiliente e uma pessoa significativa (Silveira & Mahfoud cita Canelas, 2004; Galende, 2004; Kotliarenco & Lecannelier, 2004; Melilo, 2004a), nesse caso o forte apego, resultou no fortalecimento da resiliência em Charlie Chaplin.

Os estudos científicos a respeito da resiliência demonstram que esta não é um atributo físico ou de personalidade, mas sim algo que é desenvolvido a partir da relação do indivíduo e a sociedade, não isolando esses dois elementos. Sua dinâmica forma-se sempre com a presença de um ser humano, que apoie e dê
suporte ao outro. (Infante, 2002). No caso de Charlie e Sydney, a relação íntima e de cumplicidade foi essencial para ser uma força motivadora na vida de ambos. Silveira e Malfoud (2008, p. 569) citam Cuestas, Estamatti e Melillo (2002, p. 86) ao afirmarem que as definições de resiliência enfatizam os
seguintes fatores protetores do resiliente: “adaptabilidade, baixa suscetibilidade, enfrentamento efetivo, capacidade, resistência à destruição, condutas vitais positivas, temperamento especial e habilidades cognitivas”.

Sydney, o irmão mais velho, foi o responsável em levar Chaplin ao mundo artístico. Bastante esperto, vivaz e despachado, após ter trabalhado em diversas atividades (foi mineiro, mensageiro, telégrafo, etc), se envolve profissionalmente no teatro, área que pouco importava para Charlie, inicialmente. Foi por
intermédio do irmão, que Charlie começou a trabalhar na companhia de teatro de Fred Karno, em Londres. É importantíssimo citarmos esse fato, dado que, foi através de uma turnê com a Companhia Karno, nos Estados Unidos, que Chaplin tem contato com Mark Sennet, o primeiro diretor de cinema que o contrata para trabalhar, fazendo filmes. Na América, a vida de Chaplin iria mudar drasticamente.

DA MISÉRIA AO SUCESSO EM HOLLYWOOD

Apresentamos uma breve introdução acerca da infância de Charles Chaplin, vivenciada na Londres vitoriana, onde a pobreza se fez presente em boa parte dela, para evidenciar que a sua capacidade de resiliência é desenvolvida na medida em que este vai amadurecendo enquanto pessoa. Muito destas experiências irão acompanhar a vida do Charles adulto, já nos Estados Unidos e o que ele fez com essas lembranças é o que contribuiu para a trajetória da sua vida pessoal e de sua carreira.
Segundo Galende (2004) o sujeito resiliente é um sujeito crítico de sua situação existencial. Enfrentar as lembranças tristes e traduzi-las em risos foi uma das maiores contribuições realizadas por Charles Chaplin, ao utilizar um importante instrumento de entretenimento de massa como o cinema. O humor, tão importante para a Logoterapia, por traduzir a capacidade eminentemente humana de autodistanciar-se, foi abordado por Frankl como forma de “distanciar-se não apenas de uma situação, mas de si mesmo” (Frankl, 2011, p.27)
Para Frankl (2011) o que importa não são os condicionantes psicológicos, ou os instintos por si mesmos, mas, sim, a atitude que tomamos diante deles. É a capacidade de posicionar-se dessa maneira que faz de nós seres humanos. Chaplin se expressou muito claramente através da sua arte, mediante sua  capacidade criativa. O cinema o possibilitou registrar sua visão de mundo de uma forma especial, que só essa ferramenta de entretenimento de massa
consegue alcançar.
No início de seu contato com o cinema, Chaplin pouco se envolveu na construção das histórias. Na medida em que ganhava experiência e maturidade e, principalmente, autonomia para criar, começou a desenvolver roteiros baseados na sua vida em Londres, contando com personagens que simbolizaram
muitos sujeitos que fizeram parte da sua vida.
Em 1914, quando realizou seu segundo filme para a Keystone, uma companhia de cinema, cujo diretor era Mack Sennett, Chaplin criou o personagem que o faria famoso por todo o mundo. Era chamado de Vagabundo (The Tramp, em inglês) e foi encenado em boa parte dos seus mais de oitenta filmes:

Eu não tinha a menor idéia sobre a caracterização que iria usar. Mas não tinha gostado da que apresentara como repórter. Contudo, a caminho do guarda-roupa, pensei em usar umas calças bem largas, estilo balão, sapatos enormes, um casaquinho bem apertado e um chapéu-coco pequenino, além de uma bengalinha. Queria que tudo estivesse em contradição: as caças fofas com o casaco justo, os sapatões com o chapeuzinho. Estava indeciso sobre se devia parecer velho ou moço, mas lembrei-me de que Sennett esperava que eu fosse mais idoso e, por isso, adicionei ao tipo um pequeno bigode, que, pensei, aumentaria a idade sem prejudicar a mobilidade da minha expressão fisionômica. Não tinha nenhuma idéia,
igualmente, sobre a psicologia do personagem. Mas, no momento em que assim me vesti, as roupas e a caracterização me fizeram compreender a espécie de pessoa que ele era. Comecei a conhecê-lo e, no momento em que entrei no palco de filmagem, ele já havia nascido. (CHAPLIN, 1964, p. 178-179)

O personagem Vagabundo trata-se de um sujeito pobre, que faz de tudo para parecer cavalheiro. Ele demonstra um refinamento encantador, mas não se constrange em pegar uma bituca de cigarro que acha no chão. Seu objetivo é sobreviver, mas sempre há algum policial que lhe persegue, porque na maioria das vezes ele se envolve em alguma cena em que sua presença é indesejável ou recebe a culpa pelo que não fez. Outro elemento comum é a presença de
uma bela jovem, que mexe com o coração do pequeno personagem, despertando o que há de mais sublime em termos de sentimento: o amor. E, em suas histórias, é o amor que lhe redime, que lhe proporciona encontrar um sentido.

Muitas vezes o vagabundo é apresentado como um ser solitário, sem trabalho e sem rumo. Ao encontrar a bela jovem, geralmente em situação de risco, ele é impelido a ajudá-la, encontrando assim, um objetivo para que viver, pois se importa menos pelos seus próprios problemas, em prol do outro.

Num curta chamado “O Imigrante”, realizado nos estúdios da Mutual Filmes, em 1917, Chaplin vive o papel de um imigrante inglês (uma autobiografia) que parte para os Estados Unidos em busca de uma vida melhor. A história é contada em grande parte dentro do navio, onde as condições de vida são precárias.
As pessoas enjoam, parecem doentes, mas a imagem do Carlitos é sempre de bom humor. Ele então encontra uma jovem, que parece triste e conta-lhe que sua mãe tem uma doença séria. Tendo ele ganhado alguns trocados no jogo, sub-repticiamente coloca o dinheiro no bolso da moça, para ajuda-la sem ser identificado. Esses pequenos gestos, apenas gestos sem fala, muito dizem da personalidade deste personagem, que vê na compaixão e na solidariedade, um sentido para sua vida.

Na medida em que o personagem vai ganhando fama e notoriedade, Chaplin o aperfeiçoa. Se nos primeiros momentos ele parece gostar de confusão e até algumas vezes cometer uns pequenos delitos, posteriormente vai ganhando feições de inocência, uma pequena criatura com o coração de um gigante.

Em Luzes da Cidade (City Lights, 1931) ele não mede esforços para ajudar uma garota florista, cega, a realizar sua cirurgia e voltar a enxergar, nem que ele trabalhe duro para isso e que não tenha o reconhecimento desta. Nesta fase, vemos que o vagabundo demonstra possuir uma forte capacidade de autotranscedência, que segundo Frankl (2000), significa que o homem seja só ele mesmo e, justamente, tanto mais homem será, quanto mais se deixe para trás, a serviço de algo, da consecução de seu sentido, consagrando-se a um dever ou a uma pessoa. A autotranscedência, segundo Frankl, é uma capacidade especificamente humana. É a faculdade de ir além de nós mesmos, em direção a outras pessoas para amar ou a causas pelas quais lutar. (FABRY, 1990).(Figura 2)

Figura 2. O sentido do amor, representado na entrega por uma causa maior. Cena de "Luzes da Cidade", de 1931.

Figura 2. O sentido do amor, representado na entrega por uma causa maior. Cena de “Luzes da Cidade”, de 1931.

Há, também, um exemplo bastante representativo sobre autotranscendência, no filme “Tempos Modernos” (1936), em que seu início é apresentado com uma mensagem inicial: “Uma história sobre a indústria, a iniciativa privada e a humanidade em busca de felicidade”. O personagem de Chaplin trabalha em uma grande indústria, com máquinas gigantescas que parecem ameaçadoras a ponto de engolir seus funcionários. O barulho das engrenagens e o rígido modo de produção fordista/taylorista, que passou a chamar a atenção de Charles Chaplin para o mundo mecanizado, o fez produzir a sensação de prisão e alienação dos funcionários da indústria, representada no filme, se apresentavam. (Figura 3)

Figura 3. O personagem de "Tempos Modernos" na Linha de Produção

Figura 3. O personagem de “Tempos Modernos” na Linha de Produção Fonte: Reprodução

A preocupação de Chaplin perpassava pela própria questão da humanidade, dissolvida na entrega total ao materialismo provindo do capitalismo. A intensa busca dos patrões pelo lucro, a exigência cada vez maior pelo aumento da produção, a falta de liberdade, a busca incessante da felicidade pelo trabalho, somando-se a vários fatores, fazem o personagem Carlitos, em “Tempos Modernos”, sofrer um surto, até ser engolido pela máquina, literalmente. Ao

passo que o protagonista passa por uma série de situações complicadas, como a prisão injusta, a peregrinação pelas ruas da cidade, em busca de algo, um trabalho ou apenas comida, numa demonstração clara pela necessidade de sobrevivência, ele conhece uma bela garota órfã, a qual se apaixona. É através da influência da pessoa amada que Carlitos decide por uma mudança de atitude, pois fará de tudo para amá-la e protege-la. Há, então, uma cena bastante
representativa, onde Chaplin está sentado em uma calçada, junto à moça, e começa a sonhar uma vida ao lado desta, numa casa confortável e limpa, em que ele toma seu café da manhã ao lado da sua amada, para ir ao seu trabalho. Ao voltar à realidade, eles buscam apoio um no outro e quando ela pensa em desistir, acompanhamos um momento típico do vagabundo que luta até o fim, sem jamais desistir: A cena final é introduzida por uma legenda, escrita “NA AURORA”, Então a garota diz:

– Para que tentar?

Ao que o Vagabundo lhe responde:

-Levante a cabeça, nunca desista! Vamos conseguir nos virar!

Eles, então, de mãos dadas, ao som de “Smile” – composição musical do próprio Chaplin – caminham por uma estrada reta, quando o vagabundo olha para ela e diz: “Sorria!” (Figura 4)

Figura 4. Cena final de "Tempos Modernos" (1936) Fonte: Reprodução

Figura 4. Cena final de “Tempos Modernos” (1936)
Fonte: Reprodução

A obra chapliniana por si só nos revela essa capacidade de seu protagonista em transcender, refletindo na visão do homem que o próprio autor/ator transparece. A percepção da vida pelo prisma do humor é um forte aliado no caminho em busca do sentido. O humor tornou-se uma marca evidente na forma em que Chaplin compôs sua obra, que não se reduz apenas ao riso, estando presente, portanto, humor e tragédia, como uma forma de abordar de forma positiva, até os momentos mais difíceis da vida (da sua própria vida, inclusive).

*Texto formatado originalmente de acordo com as normas da APA (American Psychological Association). Para ler o artigo completo, acesse: http://periodicos.ufpb.br/ojs/index.php/le/article/view/19669

REFERÊNCIAS

Filmes
Chaplin, C. (1917) O Imigrante. [Filme-vídeo]. Direção de Charles Chaplin. EUA, Mutual Films, 1917.
DVD. Preto e Branco, 20 minutos, mudo.
Chaplin, C. (1931) Luzes da Cidade. [filme-vídeo]. Direção de Charles Chaplin. EUA, United Artists.
DVD. Preto e Branco, 87 minutos, mudo.
Chaplin C. (1936) Tempos Modernos. [Filme-vídeo]. Direção de Charles Chaplin. EUA, United Artists.
DVD. Preto e Branco, 87 minutos, mudo.
Livros
Acevedo, G. & Battafarano, M. (2008). Consciencia e Resiliencia. Argentina: Centro Viktor Frankl para la
difusión de la Logoterapia.
Acevedo, G. (2004). El Modo Humano de Enfermar. Desde la perspectiva de la Logoterapia de Viktor
Frankl. Argentina: Centro Viktor Frankl para la difusión de la Logoterapia.
Brandão, J. M.; Mahfoud, M.; Giarnodoli, I. F. (2011). A Construção do conceito de resiliência em
psicologia: discutindo as origens. Paidéia. 21(49). Recuperado em:
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-863X2011000200014
Chaplin, C. (2011). Minha Vida. Rio de Janeiro: José Olympio.
Fabry, J. B. (1984). A Busca do Significado. São Paulo, ECE.
Frankl, V.E. (2011). A Vontade de Sentido: fundamentos e aplicação da logoterapia. São Paulo: Paulus.
Frankl, V.E. (1991). A Psicolterapia na Prática. Campinas, SP: Papirus Editora.
Freitas, M. L. S. (2013). Afrontamento e superação de crises. Contribuições da Logoterapia. Ribeirão Preto:
IECVF.
Garcia, S. C. (2008). A resiliência no indivíduo especial: uma visão logoterapêutica. Revista Educação
Especial. 31, 25-36. Recuperado em http://www.ufsm.br/ce/revista
Machado. A. P. O. (2009). Resiliência: Conceituação de discussão. Revista Virtú. Universidade Federal
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Peter, R. (1999). Viktor Frankl: a antropologia como terapia. São Paulo: Paulus.

Robinson, D. (2012). Chaplin Uma biografia definitiva. Osasco, SP: Novo Século Editora.
Silveira, D. R., Mahfoud, M. (2008). Contribuições de Viktor Frankl ao conceito de resiliência. Estudos
de Psicologia Campinas. 25(4), 567-576. Recuperado em http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0103-
166X2008000400011&script=sci_arttext

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Sobre Hallyson Alves

Sou historiador e psicólogo. Desde 2007 pesquiso sobre Charles Chaplin, ícone do cinema mundial, sendo este a principal inspiração para a minha dissertação de mestrado. Foi com o intuito de compartilhar um pouco desta pesquisa, que criei o Blog Chaplin, o primeiro blog com conteúdo exclusivo sobre o artista, em língua portuguesa. Além disso, venho construindo o blog Psicologia e Sentido, espaço reservado para conteúdos relacionados à busca humana pelo sentido da vida.

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