
A edição da Folha Ilustrada do último domingo, 05, trouxe uma matéria bastante interessante sobre a nova sensação de Hollywood, o filme “O Artista” (The Artist, 2011), e os desafios de se fazer cinema mudo em plena era da tecnologia.
Na sequência, a Folha entrevista o diretor de “O Artista”, o francês Michel Hazanavicius, que escreveu e dirigiu o filme. Hazanavicius fala sobre como a ideia para o filme foi concebida, os desafios e seu prazer em fazer cinema. O diretor elenca, ainda, os seus diretores de filmes mudos preferidos, incluindo Charles Chaplin (Luzes da Cidade, Tempos Modernos e O Grande Ditador), King Vidor (A Turba, 1928), Josef von Stenberg (Paixão e Sangue, 1927), entre outros.
Por fim, é abordado como a inovação técnica, promovida pelo som, não trouxe apenas benefícios para artistas e técnicos do cinema da época.
Para conferir a matéria completa, você poderá acessar o conteúdo do Acervo Digital da Folha de São Paulo, através do site: http://acervo.folha.com.br/fsp/2012/02/05/21
UPDATE (27/02/2012)
Para a alegria dos fãs do cinema, sobretudo os admiradores dos filmes mudos, “O Artista” foi o grande vencedor do Oscar de 2012. O filme do francês Michel Hazanavicius levou as estatuetas de: Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Ator (Jean Dujardin) ainda as distinções de figurino e trilha sonora original. Das 10 indicações que recebeu, O Artista levou 5, o mesmo número do filme “Hugo Cabret”, de Martin Scorsese.
E viva o cinema mudo!








#1 by Igor on 28/02/2012 - 17:18
Assisti esse filme, é maravilhoso! Mereceu mesmo ganhar o Oscar. Parabéns pela matéria. Acompanho sempre o blog e tem coisas maravilhosas nele. Igor.